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29/07/2019 - 10:15

 

O combate a violência é um dos problemas mais desafiadores enfrentado pelos governos estaduais no Brasil. Os altos índices de violência, cada vez mais crescentes, mostram que é preciso ir além das ações de segurança pública para combater a insegurança. É preciso combater a desigualdade e a exclusão social.

Um importante instrumento que une ações de segurança pública com ações sociais integradas para a construção de uma sociedade com mais paz e justiça social é o programa Territórios pela Paz apresentado pela equipe da Secretaria de Estado de Articulação de Cidadania (Seac) para os colaboradores da Prodepa no último dia 23 no auditório da empresa.

A apresentação partiu de uma solicitação do presidente da Prodepa, Marcos Brandão para que todos os colaboradores pudessem conhecer a estratégia de governo e dar sugestões para a participação efetiva da empresa nas ações do programa.

“Nosso objetivo é aglutinar ideias e dispor nossos serviços que possam contribuir de maneira decisiva para dar suporte e estabelecer esse vínculo de trabalho junto com a equipe do TerPaz e todos os demais órgãos envolvidos”, afirmou Brandão.

O coordenador do Núcleo de Relações Institucionais e da Câmara Técnica Intersetorial da Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac), Júlio Alexandro Quezada Jélvez explica a importância de ampliar a participação de todos no planejamento das ações para identificar como cada órgão pode contribuir. “Esse contato é importante para alinhar nossos interesses da participação da Prodepa, especialmente no que diz respeito às tecnologias disponíveis para nos auxiliarem na gestão do programa”. 

Ao final da apresentação Marcos Brandão apontou algumas iniciativas que podem ser implementadas a partir dos serviços da Prodepa, além de, ideias que já foram surgindo na empresa para auxiliar no programa, como a criação de aplicativos de apoio ao cidadão para acionar os serviços de segurança pública de maneira mais rápida.

 

TerPaz – O projeto Territórios pela Paz já soma 130 projetos envolvendo todas as 27 secretarias e órgãos púbicos do Estado, que trabalharão de forma conjunta. A ideia é investir em infraestrutura urbana e nas políticas públicas como habitação, educação, saúde, esporte, cultura, lazer, entre outras, para garantir uma vida digna às pessoas, possibilitando o desenvolvimento humano dos territórios.

Além disso, busca estabelecer novos parâmetros de atuação policial com vistas à redução da violência armada, especialmente da violência letal e a regulação pacífica dos conflitos no interior das áreas atendidas, orientada por padrões não-violentos de sociabilidade e por uma cidadania sem tutela.

O programa beneficiará cerca de 370 mil pessoas diretamente e tem como público preferencial as vítimas da criminalidade, mulheres em situação de risco e os jovens de 15 a 29 anos.

O projeto, coordenado pela Secretaria de Estado de Articulação pela Cidadania (Seac), vai contemplar sete territórios da Região Metropolitana de Belém, sendo cinco na capital (Guamá, Jurunas, Terra Firme, Benguí e Cabanagem), um em Ananindeua (Icuí) e um em Marituba (Nova União).